Meu blog está de cara nova, e de certa forma isso me mudou. Nossa que drama. Mas é verdade, nós mulheres gostamos de mudar, mudamos o cabelo, mudamos móveis de lugar, mudamos o guarda-roupa, mudamos de país, mudamos até o lado do colchão, está em nós de nos sentirmos renovadas em mudar pequenas coisa no nosso dia-a-dia. E como eu realmente na última semana adotei os meus blogs para me distrair do mundo, ele fez com que eu percebesse que talvez essa mudança fosse mais além do que rearrumar o meu guarda roupa que levou um sábado inteiro ou cortar o cabelo, coisa que eu não quero fazer. Talvez seja a hora de eu "me arrumar", talvez eu que tenha que mudar alguma coisa, e acho que é a hora de eu me mexer literalmente, quase que uma extreme makeover.
Na lista de coisas que eu tenho que arrumar na minha vida já posso checar o meu blog(que estava realmente me incomodando e me deixando até triste), ter voltado a estudar e perder alguns quilinhos (como vocês bem sabem comecei uma hiper dieta. Agora os desafios serão: arrumar um novo emprego, me manter na dieta, tentar não comprar mais coisas pelo menos até eu arrumar o tal novo emprego e estudar francês. Acho que esta bom né? Pelo menos por hora.
Tuesday, May 24, 2011
Monday, May 23, 2011
O problema da compulsão
É segunda 4 da madrugada e volto a me sentir culpada, pela segunda semana consecutiva, que eu escorreguei na dieta no final de semana de novo. E lógico como é segunda-feira, lá vou eu fazer o juramento eterno de que dessa vez eu a levarei a sério nos finais de semana também.
Esses juramentos são quase que relacionamento com homens cafajeste, você quer acreditar que vai dar certo, mas quando chega no final de semana por algum motivo ele não aparece, por algum motivo que você não descobriu.
O meu grande problema na verdade é o efeito da compulsão. No momento de crises pessoais, eu acabo sendo compulsiva. Hoje minha amiga me perguntou o que estava acontecendo comigo, porque ando tendo insônia, e a resposta foi:"Estou compulsiva, quero comprar coisas mas não posso, dai me da vontade de comer, dai nao posso por causa da dieta, dai me da vontade de beber, e também não posso porque se não vou virar alcoolátra." E é essa compulsão que está atrapalhando a minha super dieta.
Mas já fiz amizade com a balança de novo, ou seja, não vou vê-la por 2 semanas, vou ficar sem me pesar, e seguir o que eu faço na semana, ao fim dela também. E assim eu vou ignorar as tentações do fim de semana e da compulsão.
Esses juramentos são quase que relacionamento com homens cafajeste, você quer acreditar que vai dar certo, mas quando chega no final de semana por algum motivo ele não aparece, por algum motivo que você não descobriu.
O meu grande problema na verdade é o efeito da compulsão. No momento de crises pessoais, eu acabo sendo compulsiva. Hoje minha amiga me perguntou o que estava acontecendo comigo, porque ando tendo insônia, e a resposta foi:"Estou compulsiva, quero comprar coisas mas não posso, dai me da vontade de comer, dai nao posso por causa da dieta, dai me da vontade de beber, e também não posso porque se não vou virar alcoolátra." E é essa compulsão que está atrapalhando a minha super dieta.
Mas já fiz amizade com a balança de novo, ou seja, não vou vê-la por 2 semanas, vou ficar sem me pesar, e seguir o que eu faço na semana, ao fim dela também. E assim eu vou ignorar as tentações do fim de semana e da compulsão.
Sunday, May 22, 2011
Ms. Jones

São nessas noites geladas e preguiçosas de inverno que tiramos um dvd da estante e nos deliciamos com a vida alheia de um personagem. E foi isso que eu fiz na minha noite de sexta feira. Chá bem quente, cobertas e assisti "O diário de Bridget Jones", filme clássico para solteiras veteranas por ai, particulamente sempre gostei muito do filme, mas nunca me identifiquei porque sempre achei a Bridget do filme um tanto enlouquecida para que os homens ficassem com elas, com uma pitada a mais de ciúmes que eu não tenho. Mas dessa vez eu realmente me identifiquei.
Na verdade, eu meio que esperei que nos créditos finais aparecesse meu nome como inspiração para o filme. Caso é que Bridget é uma moça bacana, que nem sempre se dá bem no que tenta fazer, que bebe demais na maioria das vezes, que esta com seus quilos a mais, que dorme de pijama de bichinho e quer chamar a atenção de um homem, se sente atraída pelo homem cafa, mas prefere ficar com o cara sério que tem pegada? Alooooo, não é o que a maioria das mulheres passa na vida uma hora ou outra????? Isso foi a revelação master para mim nesse fim de semana.
É por essa e outras que eu não perco as esperanças, se a Bridget do filme conseguiu colocar a vida no eixo, porque eu Bridget não conseguirei?
Saturday, February 26, 2011
Pour quelque chose

Hoje eu gostaria muito de pensar menos, viver num mundo que não existisse tantas regras de conduta social e premeditações sobre o que deveriamos ser no futuro, queria que existissem menos fronteiras psicologicas e limitrofes de países, queria criar experiências de vida através de um simples chá da tarde.
Eu sou diferente, não sempre, mas quando tenho vontade de gritar. Queria ser o All Star, entre os sapatos de salto alto no século 18, um detalhe diferencial. Estou lutando pra fugir do ordinário. Do comum. Quero ir além do é permitido e fantástico.
Saturday, December 25, 2010
Balanço 2010 e Prospectações para 2011
O ano está terminando. Sim. Nunca fui uma pessoa de rever o que foi bom ou ruim no ano que passou, mas esse ano eu não paro de pensar nisso. Como foi 2010 para mim:
Eu não lembro de muitas mudanças significativas na minha vida de 2009 para 2010. Mas eu lembro de sentir muitas saudades de pessoas que sairam da minha vida, não totalmente mas parcialmente. Mesmo assim sinto muita falta delas. Minha melhor amiga se mudou para Londres, e eu nunca me senti tão orgulhosa de alguem, afinal eu palpitei bastante no assunto, mas eu sinto saudades dela de montes. E isso me lembra dos meus amigos de verdade, o quanto eu amo eles e o quão importante eles foram na minha vida quando tiveram que me aguentar e me dar conselhos.Vida amorosa... melhor pular essa parte. kkkkk
Esse ano também eu lembro de momentos tristes, muitas coisas que me chatearam de verdade. Esse ano eu fiz a coisa que eu mais AMO. Viajei.... eu fui pra Buenos Aires, Montevideo, Punta del Este, Recife, Paris, Londres, Barcelona, Roma, Florence, Vienna, Veneza, Amsterdam, Edinburgo.... e como eu AMO poder viajar, sem cansar, meu mochilão foi um sonho realizado de verdade, cada coisa que passamos..foi demais.
Agora vem 2011, não vou pular 7 ondinhas, não vou prometer nada. Começo uma nova fase da minha vida, novos desafios, e meu desafio desse ano é tentar me envolver com as pessoas, nas palavras da minha consciência, tentar não dar uma de Dani. Que venha 2011.
Eu não lembro de muitas mudanças significativas na minha vida de 2009 para 2010. Mas eu lembro de sentir muitas saudades de pessoas que sairam da minha vida, não totalmente mas parcialmente. Mesmo assim sinto muita falta delas. Minha melhor amiga se mudou para Londres, e eu nunca me senti tão orgulhosa de alguem, afinal eu palpitei bastante no assunto, mas eu sinto saudades dela de montes. E isso me lembra dos meus amigos de verdade, o quanto eu amo eles e o quão importante eles foram na minha vida quando tiveram que me aguentar e me dar conselhos.Vida amorosa... melhor pular essa parte. kkkkk
Esse ano também eu lembro de momentos tristes, muitas coisas que me chatearam de verdade. Esse ano eu fiz a coisa que eu mais AMO. Viajei.... eu fui pra Buenos Aires, Montevideo, Punta del Este, Recife, Paris, Londres, Barcelona, Roma, Florence, Vienna, Veneza, Amsterdam, Edinburgo.... e como eu AMO poder viajar, sem cansar, meu mochilão foi um sonho realizado de verdade, cada coisa que passamos..foi demais.
Agora vem 2011, não vou pular 7 ondinhas, não vou prometer nada. Começo uma nova fase da minha vida, novos desafios, e meu desafio desse ano é tentar me envolver com as pessoas, nas palavras da minha consciência, tentar não dar uma de Dani. Que venha 2011.
Wednesday, October 27, 2010
Atualizou quem sou eu
Quem sou eu? Essa é a pergunta que vem me aterrorizando esses últimos dias (principalmente pelo orkut, onde eu acho que todas as pessoas que eu conheço resolveram atualizar o "quem sou eu"). Outro fator que eu não consigo entender é como as pessoas conseguem se "atualizar" tantas vezes. Eu mal me especifiquei no "quem sou eu" uma vez. Quando fiz a minha 2a pagina do orkut, após ser expulsa na 1a. Tentei lembrar o máximo de informação que já estava no outro orkut pra poder resumir a história, com isso, acabei ficando com um trecho de música que uma amiga disse que lembrava de mim e que eu me identificada, e um pedaço de e-mail que uma outra amiga havia me mandado falando sobre meu signo. Nada de auto avaliação.
Mas essa semana andei pensando. Se eu me "atualizar" quem sou eu afinal? Eu sou o que eu não gosto ou sou o que eu gosto? Eu sou o que faço, o que falo ou que gostaria de fazer? Eu sou o que eu já fiz ou o que eu já vivi? Ou o que me faz ser assim é uma combinação? Quantos caracteres são necessários para ser eu?
É um pouco complicado. Primeiramente não gosto de falar sobre mim, sempre que o assunto sou eu, eu mudo. Miro o alvo pra outra pessoa, ou faço uma piada e as pessoas esquecem qual era o tópico da conversa. Na verdade não gosto de me "especificar" ou chegar a uma conclusão que provavelmente estará errada no final das contas.
Bom, com muita luta (interna). Resolvi que eu precisava me "decifrar" e acabar com algumas dúvidas.
**Quem sou eu:
Eu sou Daniela Romeu, 22 anos, nascida no dia 28 de abril de 1988, sob o signo de touro com ascendente em Leão, embora eu acredite piamente que eu não tenha nada a ver com as características descritas pelo signo de touro. O que eu mais gosto de fazer e o que me deixa mais feliz é viajar, é a única coisa que me faz sentir parte de algo maior, que eu sinto uma alegria que não cabe dentro de mim, que literalmente (e bem clichê que é) dá pra ver nos meus olhos. Me orgulho por onde andei. O que eu menos gosto de fazer é provavelmente lavar louça, ou me sentir presa em algum lugar, sem perpectiva de que eu possa fazer parte do que esta ao meu redor. A pior sensação que eu já senti foi a de querer sair correndo de um lugar e não poder me mexer. A melhor sensação que eu já tive foi a de liberdade enquanto eu estava em cima de um monte de neve em Quebec e me joguei pra fazer um anjo na neve, sem me importar que tinha um cara que eu tinha acabado de falar na rua. Eu adoro ler, e ir no cinema, assistir a um filminho em casa mesmo. Prefiro mil vezes reunir amigos em casa do que sair pra uma balada que eu vou acabar nem lembrando do que aconteceu, com isso conta também que eu adoro beber. O que eu mais tenho saudades é da minha casa, das histórias que eu tive quando morei fora, dos amigos que eu deixei (aqui e lá), também tenho saudades de tomar um brunch aos sábados regado a "Mimosa" ou um pic nic no Central Park.
Eu não sou uma pessoa autosuficiente, e provavelmente é a última coisa que eu serei na minha vida, eu preciso das pessoas do meu lado mais do que ela podem imaginar, principalmente aqueles que eu considero meus amigos, as vezes fingo que não escuto porque não gosto de me mostra vulnerável, por isso também não gosto de chorar na frente das pessoas ou comigo mesma (o que faz com que a segunda opção aconteça até com frequencia). O ato de carinho que eu mais gosto é uma abraço verdadeiro,daqueles apertados que você sente o que o abraçador está tentando te dizer, mesmo que eu sempre fique desajeitada quando recebo um, nunca sei quando largar a pessoa e sempre fico pensando que a ela vai acabar achando que eu não aprecie de fato a atitude dela. Não gosto de ficar de mãos dadas, ou abraçadinha, ou dando beijinhos ou aos cochichos com qualquer pessoa. Também não tenho coração de pedra, me preocupo muito com as pessoas que eu gosto, mas não gosto de sentir dó de ninguém, cada um tem a força necessária para reagir no momento que achar melhor, mas sempre me pego pensando em alguém. Eu tenho sim problemas de relacionamento. Não consigo me apegar fácil as pessoas, não deixo elas entrarem na minha vida facilmente porque eu sei que talvez assim será mais fácil delas quererem sair ou me magoar, não finjo que gosto de alguém simplesmente quando eu gosto eu digo. Não cobro nada de ninguém, não tenho ciumes, não acredito em juras de amor, não acredito em pares perfeitos. Acredito sim em: cumplicidade, amizade, respeito e diversão. Não gosto de fofoca ou que falem mal das pessoas sem conhecer elas melhor. Acho que todos erramos e que só perdemos quando não conseguimos admitir o erro, o que já fiz muito.
Sou uma pessoa que me interesso pela sustentabilidade, meditação, moda, cultura, comportamento, politica, etnias, voluntariado, esportes. Escuto "U2" com o meu "Japamala" no pescoço. Gosto de ir pra Paris como gosto de ir pra Ilha Bela. Não sou fútil mas gosto de comprar coisas que eu quero e batalho para te-las, ninguem me da nada, eu trabalho pra ter o que quero. Penso que mais vale você se sentir feliz pobre do que ter um monte de dinheiro sem sorrir. Me vejo como uma executiva e vou ter um grande nome e fazer coisas boas. Sou persistente mais do que sou sonhadora.Apesar de gostar de ter coisas e usar a shopterapia frequentemente, me vejo fácil vivendo com muito pouco, uma casa de madeira de frente pra praia, um jeep velho parado embaixo do coqueiro e uma rede na varanda. Tenho medo de morrer. Tenho medo de não saber o que é realmente gostar de alguém. Tenho medo de não ser realmente feliz de novo.
Penso nas coisas mais do que gostaria, tanto que tenho que começar a imaginar bolinhas coloridas saltitantes para me distrair.Me acho muito responsável por coisas que na verdade não sou, as vezes me acho perfeccionista com coisas. Sempre tenho razão quando falo dos meus amigos, sou observadora, mas nunca tenho razão pra falar de mim mesmo (de alguma forma sempre da errado). Não me acho corajosa (apesar que todo mundo achar que eu sou), acho que eu nem penso nisso. Sim sou tímida, mas não deixo de fazer o que tenho vontade, e gosto quando as pessoas riem de mim. Não tenho planos para o futuro, prefiro pensar no presente, literalmente no agora, deixo pro futuro projeções do que eu quero. Tenho poucos amigos, mas gosto de pensar que são amigos verdadeiros.
Coisas que ainda quero fazer na vida são: Mochilar por meses seguidos (viajar o mundo por consequencia), fazer um estagio na ONU, falar francês perfeitamente, fazer faculdade de História por diversão, aprender a surfar, saltar de paraquedas, construir casas para pessos que precisam, ir no show do "Aerosmith" e do "U2", ver o monstro do lago Ness, voltar em NYC, cantar pelo menos uma música com uma banda, correr uma maratona (ta bom pode ser meia), alguem que não me conhece voltar a falar que eu tenho paixão pela vida.
Acho que essa sou eu... Prazer, Dani.
Mas essa semana andei pensando. Se eu me "atualizar" quem sou eu afinal? Eu sou o que eu não gosto ou sou o que eu gosto? Eu sou o que faço, o que falo ou que gostaria de fazer? Eu sou o que eu já fiz ou o que eu já vivi? Ou o que me faz ser assim é uma combinação? Quantos caracteres são necessários para ser eu?
É um pouco complicado. Primeiramente não gosto de falar sobre mim, sempre que o assunto sou eu, eu mudo. Miro o alvo pra outra pessoa, ou faço uma piada e as pessoas esquecem qual era o tópico da conversa. Na verdade não gosto de me "especificar" ou chegar a uma conclusão que provavelmente estará errada no final das contas.
Bom, com muita luta (interna). Resolvi que eu precisava me "decifrar" e acabar com algumas dúvidas.
**Quem sou eu:
Eu sou Daniela Romeu, 22 anos, nascida no dia 28 de abril de 1988, sob o signo de touro com ascendente em Leão, embora eu acredite piamente que eu não tenha nada a ver com as características descritas pelo signo de touro. O que eu mais gosto de fazer e o que me deixa mais feliz é viajar, é a única coisa que me faz sentir parte de algo maior, que eu sinto uma alegria que não cabe dentro de mim, que literalmente (e bem clichê que é) dá pra ver nos meus olhos. Me orgulho por onde andei. O que eu menos gosto de fazer é provavelmente lavar louça, ou me sentir presa em algum lugar, sem perpectiva de que eu possa fazer parte do que esta ao meu redor. A pior sensação que eu já senti foi a de querer sair correndo de um lugar e não poder me mexer. A melhor sensação que eu já tive foi a de liberdade enquanto eu estava em cima de um monte de neve em Quebec e me joguei pra fazer um anjo na neve, sem me importar que tinha um cara que eu tinha acabado de falar na rua. Eu adoro ler, e ir no cinema, assistir a um filminho em casa mesmo. Prefiro mil vezes reunir amigos em casa do que sair pra uma balada que eu vou acabar nem lembrando do que aconteceu, com isso conta também que eu adoro beber. O que eu mais tenho saudades é da minha casa, das histórias que eu tive quando morei fora, dos amigos que eu deixei (aqui e lá), também tenho saudades de tomar um brunch aos sábados regado a "Mimosa" ou um pic nic no Central Park.
Eu não sou uma pessoa autosuficiente, e provavelmente é a última coisa que eu serei na minha vida, eu preciso das pessoas do meu lado mais do que ela podem imaginar, principalmente aqueles que eu considero meus amigos, as vezes fingo que não escuto porque não gosto de me mostra vulnerável, por isso também não gosto de chorar na frente das pessoas ou comigo mesma (o que faz com que a segunda opção aconteça até com frequencia). O ato de carinho que eu mais gosto é uma abraço verdadeiro,daqueles apertados que você sente o que o abraçador está tentando te dizer, mesmo que eu sempre fique desajeitada quando recebo um, nunca sei quando largar a pessoa e sempre fico pensando que a ela vai acabar achando que eu não aprecie de fato a atitude dela. Não gosto de ficar de mãos dadas, ou abraçadinha, ou dando beijinhos ou aos cochichos com qualquer pessoa. Também não tenho coração de pedra, me preocupo muito com as pessoas que eu gosto, mas não gosto de sentir dó de ninguém, cada um tem a força necessária para reagir no momento que achar melhor, mas sempre me pego pensando em alguém. Eu tenho sim problemas de relacionamento. Não consigo me apegar fácil as pessoas, não deixo elas entrarem na minha vida facilmente porque eu sei que talvez assim será mais fácil delas quererem sair ou me magoar, não finjo que gosto de alguém simplesmente quando eu gosto eu digo. Não cobro nada de ninguém, não tenho ciumes, não acredito em juras de amor, não acredito em pares perfeitos. Acredito sim em: cumplicidade, amizade, respeito e diversão. Não gosto de fofoca ou que falem mal das pessoas sem conhecer elas melhor. Acho que todos erramos e que só perdemos quando não conseguimos admitir o erro, o que já fiz muito.
Sou uma pessoa que me interesso pela sustentabilidade, meditação, moda, cultura, comportamento, politica, etnias, voluntariado, esportes. Escuto "U2" com o meu "Japamala" no pescoço. Gosto de ir pra Paris como gosto de ir pra Ilha Bela. Não sou fútil mas gosto de comprar coisas que eu quero e batalho para te-las, ninguem me da nada, eu trabalho pra ter o que quero. Penso que mais vale você se sentir feliz pobre do que ter um monte de dinheiro sem sorrir. Me vejo como uma executiva e vou ter um grande nome e fazer coisas boas. Sou persistente mais do que sou sonhadora.Apesar de gostar de ter coisas e usar a shopterapia frequentemente, me vejo fácil vivendo com muito pouco, uma casa de madeira de frente pra praia, um jeep velho parado embaixo do coqueiro e uma rede na varanda. Tenho medo de morrer. Tenho medo de não saber o que é realmente gostar de alguém. Tenho medo de não ser realmente feliz de novo.
Penso nas coisas mais do que gostaria, tanto que tenho que começar a imaginar bolinhas coloridas saltitantes para me distrair.Me acho muito responsável por coisas que na verdade não sou, as vezes me acho perfeccionista com coisas. Sempre tenho razão quando falo dos meus amigos, sou observadora, mas nunca tenho razão pra falar de mim mesmo (de alguma forma sempre da errado). Não me acho corajosa (apesar que todo mundo achar que eu sou), acho que eu nem penso nisso. Sim sou tímida, mas não deixo de fazer o que tenho vontade, e gosto quando as pessoas riem de mim. Não tenho planos para o futuro, prefiro pensar no presente, literalmente no agora, deixo pro futuro projeções do que eu quero. Tenho poucos amigos, mas gosto de pensar que são amigos verdadeiros.
Coisas que ainda quero fazer na vida são: Mochilar por meses seguidos (viajar o mundo por consequencia), fazer um estagio na ONU, falar francês perfeitamente, fazer faculdade de História por diversão, aprender a surfar, saltar de paraquedas, construir casas para pessos que precisam, ir no show do "Aerosmith" e do "U2", ver o monstro do lago Ness, voltar em NYC, cantar pelo menos uma música com uma banda, correr uma maratona (ta bom pode ser meia), alguem que não me conhece voltar a falar que eu tenho paixão pela vida.
Acho que essa sou eu... Prazer, Dani.
Sunday, October 17, 2010
AI AI AI...

Confesso que faz dias que eu estava com muita vontade de comer um bom mexicano ( a comida e não a pessoa de nacionalidade). E entâo fui para o lugar que eu mais gosto de ir para comer. A Rua Augusta. Você já reparou quantos lugares diferentes você encontra pra comer na Augusta, de japa a turca, de grega e indiana. E eu adoro. Foi mais ou menos na semana passada enquanto eu estava indo pra Paulista e fui hipnotizada por um burrito que eu vi em um restaurante mexicano na Augusta e desde então fiquei com o burrito na cabeça. Só pra vocês entenderem eu já trabalhei em um restaurante mexicano tradicional e entendo do assunto então sou um tanto quanto exigente.
Essa semana (na minha tão querida folga) fui pro tal restaurante "Tollocos" na Ausgusta ( o do burrito hipnotizador). Primeira decepção, não tem quesadilla, que restaurante mexicano que se prese não tem quesadilla. OK, mente aberta. Pedi um burrito veggie e um taco vegetariano, e na hora que eu pedi o taco veio a surpresa: " Que molho você quer?" Molho????? Como assim, eu não pedi um taco? E dentre a lista de molhos pra optar estavam 80% das coisas que tradicionalmente viriam dentro de um taco, essa foi a decepção número 2. No final das contas estava gostosa a comida. A beringela que veio no burrito estava boa mesmo. Mas ainda sim faltou aquela ardidinha que só comida mexicana mesmo tem.
E agora divulgo o meu achado master. O restaurante tex-mex "La Buena Onda". Ele não fica tão centralmente localizado porém a comida é de extrema boa qualidade e sabor excelente. Pra começar o chef é Mexicano original (Arturo Herrera). O restaurante tem uma decoração super vibrante e "mexicana", então não se assuste caso você esteje entre um burrito e um taco e uma musica mariachi começar a tocar. Apesar de ser um conceito Take-Out (Pegue e Leve) o restaurante também disponibiliza de mesas para os que querem comer lá. Em noites movimentas é meio complicado de se conseguir uma mesa, por serem bem disputadas. Vale a pena. Hoje descobri que eles começaram a fazer o serviço de delivery. Agora estou escrevendo o post e esperando a minha quesadilla chegar. Para os apreciadores de cervejas regionais lá você encontra as tradicionais "Sol" e "Dos Equis".
**Tollocos**
Rua Augusta, 1524
**La Buena Onda**
Rua Itapura, 859
Subscribe to:
Posts (Atom)
